Crônicas Feirenses 2: academia, espaço de Narciso, impressões de um iniciante
Crônicas Feirenses 2: academia, espaço de Narciso, impressões de um iniciante Desde que eu desfilava meu futebol pelos campos da Estação Nova, fui contra atividade física — que o digam todos os meus treinadores, todos os meus professores de Educação Física. E aqui vale lembrar: Manteiga, Fialho, João Arthur e Torres, que estiveram comigo desde a adolescência. Treinadores, vale aqui Nelson, do Treze, Babau, Zé Pequeno, Rogério Santana, todos me cobrando mais atividade física. Eu sempre fugindo. Com Nelson já era um dilema: ele me acordava e eu botava a cara na janela e, com voz rouca, dizia que estava com febre. Com Babau, em toda parte física me batia uma vontade de cagar, e eu ia para o mato e esperava terminar toda atividade. Com João Arthur, para fugir da atividade, me matriculei na aula de vôlei — eu, baixinho, imagina aí? Eu me escondia no banheiro e, quando começava o treino, me picava na bike. Meu lance era futebol. Todos me puniram, e não vou contar agora. O fo...